Review | Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin (PC)

Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin é o mais novo título da franquia Monster Hunter, da Capcom. Aqui, diferentemente do jogo original, você pode se aliar aos monstros e tê-los do seu lado nas batalhas. Calma, você continua lutando contra monstros selvagens, mas tem a vantagem de ter seu próprio Monstie pra ajudar nas batalhas.

A História de Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin

O jogo começa em um festival na Aldeia Mahana, localizada dentro da Ilha Hakolo. Já no começo percebi que uma das minhas coisas favoritas sobre o jogo seria a trilha sonora, que é absurdamente linda e bem produzida!

No começo, tudo parece estar bem durante o festival, até que o Guardião Ratha (um Rathalos que protege toda a região e costumava ser o Mosntie de Red, um Montador muito conhecido na Aldeia Mahana) é afugentado por um grupo de caçadores que visitavam a região. Após a fuga do Guardião Ratha, uma luz vermelha brilha no céu e nos mares e os amigáveis aldeões de Mahana entendem imediatamente que algo está muito errado.

Á partir daí, você começa o seu treinamento para se tornar um Montador assim como Red, que na verdade é seu avô. Para isso, você deve sair em diversas missões acompanhado de Kayna, uma montadora que vai te guiar nos seus primeiros passos dentro do jogo.

Ao mesmo tempo em que tenta aprender tudo sobre ser um Montador, você precisa lidar com o legado deixado por Red e tentar entender onde o Guardião Ratha (e os outros Rathalos) podem ter ido. A história em si é previsível e as batalhas (feitas em turno) são um pouco repetitivas, mas os personagens são cativantes o bastante para manter o jogo interessante.

O jogo e suas mecânicas

Eu começo essa parte frisando que esse é meu primeiro contato com os jogos da franquia, mas consegui me situar bem e entender tudo sem muito esforço. O jogo funciona em um ritmo bem fluido: Temos diversas cutscenes que ajudam a história a andar, quests e subquests e as batalhas, que foram a parte que menos me agradou.

Durante as batalhas, você só vai controlar o seu personagem, e todo o resto é definido aleatoriamente. Além disso, grande parte da escolha se resume ao tipo de ataque: força, técnica ou velocidade. As batalhas começam quando você se encontra com algum monstro, e terminam quando ele foge ou uma das partes é derrotada. Como é tudo feito em turnos, as lutas contra monstros mais fortes podem se arrastar por um tempo. De certo modo, isto faz com que os jogadores evitem a todo custo encontrar com as criaturas.

Além disso, você vai precisar contar com a sorte muitas vezes para tentar adivinhar o ataque do monstro e levar vantagem. No início a maioria dos monstros têm um padrão, mas à medida que vão chegando perto da derrota começam a modificar os tipos de ataque e é aí que mora o perigo.

Durante o seu turno, você terá que escolher entre se curar, curar alguém da sua equipe ou atacar. Você também pode trocar de Monstie ou de arma e ainda assim consegue atacar. O ponto mais crítico aqui é ficar de olho nas vidas. Se você ou seu Monstie forem mortos 3 vezes o combate acaba e você é levado de volta para o checkpoint, tendo que recomeçar a missão do zero.

Vale a pena jogar Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin?

O jogo não é perfeito, e tem algumas coisinhas que me incomodaram de forma particular, mas no saldo geral é muito bom! A trilha sonora é maravilhosa e distrai desses pequenos ´´defeitos´´. Além disso, os personagens são bem cativantes e o jogo tem um visual muito bonito! MHS2 foi uma surpresa bastante positiva para mim, e acredito que todo fã de RPGs deve dar sim uma chance ao jogo!

OBS: Esta análise foi feita com um código do jogo para PC cedido pela Capcom.

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