Review | Ghost of Tsushima: Director’s Cut (PS5)

O relançamento de Ghost of Tsushima como uma versão do “Diretor” pegou a todos de surpresa. Apesar de adicionar conteúdo principal no formato de expansão, os fãs não ficaram nada contentes com a necessidade de pagar tanto pela expansão quanto pelo upgrade. Contudo, semanas após o anúncio e com o jogo finalmente em mãos, podemos responder a grande pergunta: a expansão e o upgrade valem realmente a pena?

Ghost of Tsushima e a Ilha de Ikki

A expansão leva Jin, o Fantasma de Tsushima, para uma nova localização: a Ilha Ikki. O local está sendo atacado pela Águia, uma xamã bastante temida que serve ao Império da Mongólia. Ankhsar Khatun usa veneno para dominar a mente dos japoneses, fazendo com que eles enfrentem seus piores medos.

Ankhsar Kotun, a Águia

A inspiração da vilã e o modo de operar é um tanto quanto sem inspiração. Já vimos a mesma história em outros jogos e formatos de mídia. A própria Ankhsar mal aparece, tornando o conteúdo um tanto quanto mal aproveitado.

O que brilha mesmo é a inserção dos Corsários e a relação da Ilha e desses Piratas com o passado de Jin. Seu pai, o brutal Carniceiro de Ikki, pode ser facilmente considerado o “protagonista” da expansão. Durante os contos principais do título que descobrimos mais sobre seu passado e sobre a campanha brutal dos japoneses na Ilha. No geral, todos os conteúdos da expansão, tanto primários quanto secundários, devem levar entre 8 a 10 horas para serem concluídos pelos jogadores.

Perdendo o fio da Lâmina

Uma grande decepção pra mim na expansão foi a ausência de upgrades mais robustos para Jin. Apenas o Cavalo ganhou destaque, recebendo uma nova habilidade (Investida) e uma armadura, o que é bem legal. Contudo, o conteúdo acaba fica devendo nos incrementos para Jin.

Novas armaduras até que foram adicionadas, contudo, seus efeitos são mais cosméticos do que qualquer outra coisa. Falando nisso, as Armaduras dos clássicos da PlayStation, como a armadura de God of War, foram incrementos fantásticos e certamente um dos melhores eastereggs que já vi num game.

Outro ponto que merece ser mencionado são as novas atividades secundárias, permitindo que a gente liberte macacos, participe de desafios de arquearia bem legais ou toque flauta para gatinhos fofos. No geral, o conteúdo secundário da Ilha de Ikki segue o mesmo tom do game principal, entregando uma jornada bastante familiar para os jogadores veteranos.

O Poder do PS5

A estrela principal de Ghost of Tsushima: Director’s Cut são as atualizações oriundas do PS5. Os loadings já eram curtos, mas agora, eles mal existem mais. O desempenho do game melhorou bastante e o DualSense cumpre bem o seu papel de aumentar a imersão, proporcionando uma experiência mais sensorial.

Se existia alguma dúvida sobre a versão, elas certamente não devem existir mais. O Director’s Cut de PlayStation 5 é a versão definitiva do game e de longe entrega a melhor experiência possível. O estúdio Sucker Punch fez um trabalho maravilhoso.

Ghost of Tsushima: Director’s Cut – Vale a Pena!

Após um pouco mais de 10 horas adicionais com o jogo, a impressão que fica é a melhor possível. O upgrade vale sim a pena e, no geral, a Sucker Punch fez um trabalho de excelência com o jogo. Dificilmente um fã da nova franquia sairá decepcionado, apesar de que o conteúdo poderia ser um pouco mais robusto!

PS: Esta análise foi feita com um código do jogo para PS5 cedido pela PlayStation.

Apaixonado por Jogos, principalmente por Indies! Você me encontra lá no Twitter: @ruancarlo_silva

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